quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Tendências da Pronúncia do Pós-Vocálico (S,X ou Z)


Tendências da Pronúncia do Pós-Vocálico (S,X ou Z)


O \s\ como uma consoante soa como surda (sem vibração das cordas vocais) (sapo, sala, sapato) dentre outros


O \s\ pós-vocálico pode ser representado graficamente como s, x ou z (lápis, xérox, rapaz) dentre outros - Pode ser realizado como silibante ou chiante, dependendo da região
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 Em Brasília e Belo Horizonte, por exemplo, o \s\ pós-vocálico soa como silibante – com a ponta da língua tocando a parte superior interna dos dentes.
No Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, Belém e outras cidades, o \s\ pós-vocálico é realizado como chiante – com o dorso da língua tocando o palato (céu da boca).
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Varia muito em função da região geográfica quanto em função do contexto fonológico em que ocorre. O contexto fonológico são os sons que antecedem ou que seguem determinado fonema. Tal contexto de influência é o segmento seguinte, se for vogal – consoante ou pausa e se for consoante – se surda ou sonora.
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Exercício: Identifique a realização fonética na pronúncia do \s\ pós-vocálico na música “Festa do Interior” de Gal Costa:


Fagulhas, pontas de agulhas
Brilham estrelas de São João
Babados, xotes e xaxados

Segura as pontas meu coração
Bombas na guerra-magia
Ninguém matava, ninguém morria

Nas trincheiras da alegria
O que explodia era o amor
Nas trincheiras da alegria
O que explodia era o amor


Verifique se:

- Em “xotes e...”, se o \s\ pós-vocálico soa como \z\ por ser seguido de uma vogal.
- Em “estrelas de...” , se o \s\ pós-vocálico soa com som chiante e sonoro por sofrer influência do fonema seguinte \d\, que é sonoro.
- Em “explodia ...”, se o \s\ pós-vocálico representado por \x\, soa como \s\ silibante surda por influência da consoante seguinte \p\, que é surda.
- Em palavras seguidas de pausa, como “fagulhas” “xaxados”, se o \s\ pós-vocálico soa como chiante.

Música “Festa do Interior” de Gal Costa:
 https://www.youtube.com/watch?v=3u8twHoYqtE


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Barbie - A Imagem do Humano Mais-Que-Perfeito


Barbie - A Imagem do Humano Mais-Que-Perfeito 

Não é novidade para ninguém a grande influência que a "Boneca Barbie" tem sobre os padrões de beleza das meninas de todo o mundo. 

A questão é: 

- em que medida isso influência a busca pelo "corpo perfeito"?

- pela busca de suas "medidas proporcionais" que são impossíveis para o mundo real? 


Um infográfico feito pelo site Rehabs.com comprovou que, caso uma mulher do mundo real tivesse as mesmas medidas da boneca de plástico, não estaria com certeza viva, jamais!!!

Qual o poder de influência de modelos como a Barbie na distorção do corpo feminino e o que podemos fazer para construir, pedagogicamente falando, pessoas "normais" com uma autoimagem mais saudável, com menos distúrbios alimentares, assim como a busca da sanidade da psique humana diante do impacto da indústria cultural.

  
Observe suas medidas absurdas: 


Pescoço 

É duas vezes mais longo e mais findo em 15 centímetros - uma mulher real seria incapaz de manter sua cabeça levantada com essas medidas proporcionais  


Cintura

  É de 40 centímetros (menor do que sua cabeça) - uma mulher real teria com essa medida espaço em seu corpo para acomodar metade de um rim e alguns centímetros de intestino

  
Quadril

  O índice que mede a relação entre a cintura e seu quadril é de 0,56, que representa 56% da circunferência de seu quadril - uma mulher americana real, tem um índice com uma média de 0,8  


É preciso abordar essas questões relacionadas a possíveis influências da indústria de brinquedos sobre a representação do corpo feminino e buscar um discussão crítica em torno do assunto a fim de que possamos agir, na escola por exemplo, elaborando atividades lúdicas para formar criticamente a personalidade de nossas crianças e jovens que buscam um ideal de beleza que cientificamente falando, é impossível.


Dica de Leitura:

 Barbies e Kens humanos: conheça os "bonecos" da vida real https://extra.globo.com/noticias/mundo/barbies-kens-humanos-conheca-os-bonecos-davida-real-12422574.html

sábado, 4 de novembro de 2017

Tendências na Pronúncia do Pós-Vocálico (R)

O ponto de articulação do \r\ pós-vocálico como variação de natureza regional tende a ser suprimido, especialmente nos infinitivos verbais:

correr>corrê
 almoçar>almoçá
desenvolver>desenvolvê
 sorrir>sorrí
 (dentre outros)

 É resultado da hipercorreção

-

Pode ser suprimido no futuro do subjuntivo:

se eu estiver>estivé
 se ele quiser>quisé
 se ela fizer>fizé
 se eu falar>falá
 (dentre outros)

-

 Também em substantivos adjetivos e advérbios polissilábicos – que tem mais de duas sílabas:

 melhor>melhó
 maior>maió
Deusimar>Deusimá
 regular>regulá
 amor>amô
(dentre outros)

-

“está” 
na terceira pessoa do singular do indicativo do presente deslocá-se para outras situações:

João estar* muito quieto hoje”.

-

Nos monossilábicos preserva-se mais o \r\ no pós-vocálico:

 mar
 dor
 par
 cor
 (dentre outros)

-

Exercício: Vamos gravar de forma espontânea e identificar quantas vezes foi suprimido o \r\ pós-vocálico na seguinte tabela de proporção. Faça a proporção matemática.


INFINITIVOS VERBAIS
- vamos correr em cima da esteira até começar o filme, para depois cantar.
- vamos almoçar no bar lá perto da praia.
- vamos desenvolver este trabalho em concordância com os demais colegas.
- vamos sorrir para espantar toda a tristeza.

FUTURO SUBJUNTIVO
- se eu estiver correndo acima da velocidade, me avise.
- se ele quiser, vai nos chamar para irmos ao restaurante.
- se ela fizer tudo, irá te chamar para um passeio.

NOMES POLISSILÁBICOS
- é melhor me contar tudo.
- sua bravura é maior que a tempestade.
- Deusimar irá medir seu sentimento de amor.

NOMES MONOSSILÁBICO
- O mar hoje está ótimo para surfar.
- senti muita dor de cabeça ontem.
- estou a par de toda a situação.


INFINITIVOS VERBAIS
FUTURO SUBJUNTIVO
NOMES POLISSILÁBICOS
NOMES MONOSSILÁBICOS
Sem-\r\:

Com-\r\:
Sem-\r\:
Com-\r\:
Sem-\r\:
Com-\r\:
Sem-\r\:
Com-\r\:









sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Pronúncia das Consoantes Líquidas *\r\ e \l\*




Inconfundível Cebolinha  *Personagem de Maurício de Sousa


C
C
V
p
r

b
l

t


d


c


g


v


f


*C: consoante e V: vogal


- Na segunda coluna só podem ocorrer as chamadas consoantes líquidas, \r\ e \l\;

- Na primeira coluna ocorrem os chamados fonemas oclusivos e os fonemas fricativos, estes últimos, pronunciados com a língua plana \f\ e \v\;


Atenção, porque, do ponto de vista articulatório \r\ e \l\ são muito semelhantes: 

bloco>broco
problema>pobrema
claro>craro

dentre outros...


Atenção Psicopedagogos: 

Se constatado a neutralização do \r\ e \l\ na pronúncia, pode caracterizar um problema articulatório que deve ser tratado por fonoaudiólogos

Dica de Leitura:

http://turmadamonica.uol.com.br/personagem/cebolinha/
http://turmadamonica.uol.com.br/quadrinhos/


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

De Tanto Ver, Banalizamos o Olhar



DE TANTO VER, A GENTE BANALIZA O OLHAR


"De tanto ver, a gente banaliza o olhar - vê...
não vendo. Experimente ver, pela primeira vez,
o que você vê todo dia, sem ver.
Parece fácil, mas não é: o que nos cerca, o que nos é familiar,
já não desperta curiosidade.

O campo visual  da nossa retina é como um vazio.
Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta.
Se alguém lhe perguntar o que você vê no caminho,
você não sabe.
De tanto ver você banaliza o olhar.

Sei de um profissional que passou 32 anos a fio
pelo mesmo hall do prédio de seu escritório.
Lá estava sempre, pontualíssimo, o porteiro.
Dava-lhe bom dia e, às vezes,
lhe passava um recado ou uma correspondência.

Um dia o porteiro faleceu. 
Como era ele? Sua cara?
Sua voz? Como se vestia?
Não fazia a mínima ideia.
Em 32 anos não conseguiu vê-lo.

Para ser notado, o porteiro teve que morrer.
Se um dia, em seu lugar estivesse uma girafa
cumprindo o rito, pode ser, também, 
que ninguém desse 
por sua ausência.

O hábito suja os olhos e abaixa a voltagem.
Mas há sempre o que ver: gente, coisas, bichos.
E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que um adulto não vê.
Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo.

O poeta é capaz de ver pela primeira vez, 
o que, de tão visto, ninguém vê.

Há pai que raramente vê o próprio filho.

Marido que nunca viu a própria mulher.

Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos.

... É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença."


Otto Lara Rezende

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Currículo e Pós-Estruturalismo


Currículo: simplesmente um texto

Currículo como um conceito multifacetado, perpassando pelo formal, pelo oculto e pelo vívido. 

- Pelo viés formal, temos o eficientismo defendido por Bobit (estadunidense), em 1918, um currículo científico, associado à administração escolar e baseado em conceitos como eficiência, eficácia e economia. 

*Já o progressivismo defendido por John Dewey, conta com mecanismos de controle social menos coercitivos, como meio de diminuir as desigualdades sociais geradas pela sociedade urbana industrial, com o objetivo de construir uma sociedade harmônica e democrática. No Brasil, seus princípios foram disseminados em 1920 por Anísio Teixeira e Fernando de Azevedo, responsáveis pelas reformas ocorridas na Bahia (1925) e no Distrito Federal (1927).

*Já a racionalidade Tyleriana, em 1949, com uma abordagem eclética, articulando abordagens técnicas, como as eficientistas com o pensamento progressivista. A principal obra de Tyler, de 1949, denominada de "Princípios básicos de currículo e ensino". Seu modelo é um procedimento linear e administrativo em quatro etapas: 1) definição dos objetivos de ensino; 2) seleção e criação de experiências de aprendizagens apropriadas; 3) organização dessas experiências de modo a garantir maior eficiência ao processo de ensino; e, 4) avaliação do currículo.

- Pelo viés oculto, temos o primeiro silêncio - Hegemonia, ideologia e poder. 

*Na década de 1970 foram produzidas as teorias marxistas, assim como as teorias da correspondência ou da reprodução como crítica ao currículo escolar em seu aparato de controle social.

*A hegemonia é tomada na leitura que Williams faz de Gramsci, ao conjunto organizado e dominante de sentidos que são vívidos pelos sujeitos como uma espécie de senso comum. Contexto da Nova Sociologia da Educação (NSE) inglês de 70.

*A ideologia, na tradição marxista, em resumo, como espécie de falsa consciência que obriga toda a sociedade a enxergar o mundo sob a ótica de um grupo determinado ou sob a ótica das classes dominantes.

- Pelo viés vívido, temos o segundo excluído: o que acontece nas escolas.

*Teóricos da matriz fenomenológica argumentam em favor de um currículo aberto à experiência dos sujeitos e defendem o currículo para além do saber socialmente prescrito a ser dominado pelos estudantes. 

*Paulo Freire é um dos nomes mais marcantes, constrói uma teoria eclética, onde colaboram a fenomenologia e o existencialismo, a exemplo do livro publicado em 1970, "Pedagogia do Oprimido" - partindo da contraposição clássica do marxismo entre opressores e oprimidos para analisar a educação como bancária e anti-dialógica.


E quanto a perspectiva pós-estrutural? Quais são os seus aportes teóricos de um currículo sob tal ponto de vista?


A norma para o currículo, portanto, não é o consenso, a estabilidade e o acordo, mas o conflito, a instabilidade, o desacordo, porque o processo é de construção seguida de desconstrução seguida pela construção.


- Por referência, os textos e traduções de Tomaz Tadeu da Silva são os mais citados, em meados de 1990. Partilha com o estruturalismo uma série de pressupostos, o mais relevante é a desconstrução no que diz respeito ao lugar da linguagem na constituição do social. Ambos adotam uma postura antirrealista, advogam que ao invés de representar o mundo, a linguagem o constrói.


Em crítica a estrutura, o pós-estruturalismo é obrigado a desconectar totalmente a ideia de significado do significante

* Todo significante é, portanto, flutuante e seu sentido somente pode ser definido dentro de uma formação discursiva histórica e socialmente contingente.

* A questão entre discurso - e conhecimento como parte do discurso - e poder. A capacidade de unificar um discurso é em si um ato de poder, de modo que as metanarrativas modernas precisam ser vistas como tal e não como expressão da realidade. 

* Pode-se entender os discursos pedagógicos e curriculares como atos de poder, o poder de significar, de criar sentidos e de hegemonizá-los.


A questão fundamental se torna: como e em que condições um determinado discurso é capaz de construir a realidade? A ideia de aluno, por exemplo, o que o torna real ao longo do tempo, como se inserem em um sociedade específica.


aluno X professor

educando X educador

aprendiz X facilitador

aprendente X ensinante


Outros significantes a palavra aluno:

aprendiz, discípulo, educando, estudante, novato, principiante, colegial, escolar lecionando, pupilo, discente.


Alguns significantes a palavra professor:

mentor, formador, orientador, preceptor, mestre, doutor, educador, pedagogo, titular, catedrático, instrutor, docente.



Bibliografia:

LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth. Teorias de currículo. Cap. 1 - Currículo. 1. Ed. São Paulo: Cortez, 2011




quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Modelo - Anamnese Psicopedagógica Institucional


ANAMNESE PSICOPEDAGÓGICA INSTITUCIONAL


ESCOLA___________________________________________________________________
ENDEREÇO________________________________________________________________

Nome do Aluno:_____________________________________________________________
Nome do Professor:___________________________________________________________
Data de Nascimento: ______ / ______ / ______ Idade: _______
Ano:______________________ Período: ( ) Manhã ( ) Tarde Telefone:
__________________ Nome do Responsável: ____________________________________
Telefone:__________________


1. Em relação ao rendimento escolar, o aluno apresenta:
( ) progresso constante
( ) progrediu até certo ponto
( ) não apresenta progressos
( ) nunca executa atividades
___________________________________________________________________________

2. Em relação à inteligência:
( ) parece ter inteligência normal
( ) parece ter inteligência acima da média
( ) parece ter inteligência abaixo da média

3. Quanto ao ritmo do seu trabalho:
( ) é lento
( ) é rápido
( ) é normal

4. Em relação à qualidade de seu trabalho:
( ) é satisfatória, seus trabalhos são limpos e bem feitos
( ) inicia os trabalhos, mas não os conclui. É pouco persistente
( ) faz de qualquer forma, sem o mínimo de cuidados
( ) risca os erros manchando a folha
( ) os erros são apagados com borracha

5. Sua freqüência escolar aponta:
( ) assiduidade
( ) muitas faltas
( ) atrasos constantes

6. Quando apresenta dificuldades:
( ) pede auxílio ao (à) professor (a)
( ) pede auxílio aos colegas
( ) deixa o trabalho de lado, nada pergunta
( ) outros comportamentos
_________________________________________________________________________

7. Seus deveres de casa:
( ) são sempre feitos
( ) às vezes são feitos
( ) nunca são feitos


8. Seu relacionamento com o (a) professor (a) pode ser considerado:
( ) bom, sem problemas
( ) regular
( ) ótimo
(  ) ruim
___________________________________________________________________________

9. Com frequência...:
( ) chora
( ) agride
( ) ignora
( ) mostra-se magoado
( ) argumenta
___________________________________________________________________________

10. Em relação à sua memória:
( ) parece boa, sem dificuldades ( ) parece ruim, tem dificuldades ( ) não foi observada

11. Em relação à sua capacidade visual:
( ) parece normal ( ) apresenta dificuldades ( ) não foi observada

12. Em relação à sua capacidade auditiva:
( ) parece normal ( ) apresenta dificuldades ( ) não foi observada

13. O vocabulário e a pronúncia exibidos na escola são:
( ) adequados, sem problemas
( ) prejudicado porque troca letras
( ) prejudicado porque omite letras
( ) inadequados, não consegue expressar-se
( ) apresenta gagueira
___________________________________________________________________________

14. Em relação à escrita:
( ) a letra é boa
( ) a letra é pequena
( ) a letra é grande
( ) apresenta muitos erros ortográficos
( ) não apresenta erros ortográficos
___________________________________________________________________________

15. Sua leitura:
( ) não apresenta problemas ( ) é regular ( ) não consegue ler
___________________________________________________________________________

16. Seu conhecimento em relação aos números:
( ) conhece bem os números
( ) não conhece os números
( ) resolve problemas sem dificuldades
( ) resolve problemas com dificuldades
( ) não consegue resolver problemas
___________________________________________________________________________

17. Apresenta dificuldades com:
( ) escrita
( ) atenção
( ) recreação
( ) artes
( ) leitura
( ) números
( ) música
( ) disciplina
___________________________________________________________________________

18. Sua atividade motora é demonstrada por:
( ) está sempre agitado
( ) é muito barulhento
( ) derruba objetos freqüentemente
( ) prefere correr a andar
( ) sobe nos móveis com freqüência

19. Em relação a sua motivação para o aprendizado:
( ) parece boa ( ) é desinteressado ( ) depende da atividade
___________________________________________________________________________

20. Quanto ao seu comportamento em classe manifesta:
( ) agressividade
( ) chora muito
( ) inquietação
( ) ansiedade
( ) labilidade (ora alegre, ora triste)
( ) alegria
( ) obediência
( ) dependência
( ) introversão
( ) cooperação
( ) incapaz de controlar-se
( ) muito falante
( ) adequação
( ) tranqüilidade
( ) autoritarismo
( ) insegurança
( ) tristeza
( ) desobediência
( ) independência
( ) extroversão
( ) brigas constantes
( ) incapaz de aguardar a vez
___________________________________________________________________________

21. É repetente? Qual (is) série (s)? ___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

22. Geralmente compreende as lições?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________

23. Costuma isolar-se durante o recreio? ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________

24. Provoca freqüentemente os amigos para brigar? Se provocado como reage? ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________

25. Gosta de liderar ou ser liderado em atividades de grupo? ___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

26. É alvo de gozação dos colegas? Caso sim, como reage? ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________

27. Atividades preferidas: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________

28. Atividades rejeitadas:
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________


29. Em sua opinião quais seriam as principais potencialidades do aluno?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________

30. Em sua opinião quais seriam as principais dificuldades do aluno? ___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

31. Em sua opinião, quais causas poderiam ser atribuídas para tais dificuldades?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________

32. Como você descreve sua atuação diante delas? ___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

33. Como você percebe a participação dos pais/cuidadores na vida do aluno? ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________

34. O que você espera do psicólogo em relação ao presente encaminhamento? ___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

35. Outras observações: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________


QUESTÕES COMPLEMENTARES

Assinale as alternativas com o comportamento que seu aluno apresenta:

1.a) Necessidade de um ambiente calmo e quieto, ou é incapaz de trabalhar ou de concentrar-se e distrai-se facilmente ( )
1.b) Grita alto na sala, faz barulho ( )
1.c) Sobe nos móveis ( )

2.a) Pede freqüentemente para repetir as coisas ( )
2.b) É extremamente excitável ( )
2.c) Tem dificuldade em permanecer sentado ( ), prefere correr a andar ( )

3.a) Criança sonhadora, parece perdida no “espaço” ( )
3.b) Tem inquietação quando espera sua vez ( )
3.c) Mostra dificuldade em esperar a vez ( )

4.a) Confusa, parece perdida em seus pensamentos ( )
4.b) Fala excessivamente ( )
4.c) Mexe muito com os pés e as mãos ( )

5.a) Não termina o que iniciou ( )
5.b) Perturba as outras crianças ( )
5.c) Muda constantemente de atividade, começando várias ao mesmo tempo, sem concluí-las ( )

6.a) Ouve, porém parece não escutar ( )
6.c) Não consegue seguir instruções ( )

7.a) Apático (a), desmotivado (a), indolente, move-se com lentidão ( )
7.c) Fala excessivamente, é barulhento (a) ( )

Encaminhamento:

( ) psicopedagogo  ( ) neurologista ( ) fonoaudiólogo
( ) oftalmologista ( ) otorrino ( ) pediatra
( ) psicólogo ( ) outros ( ) ______________________________________________________


PSICOPEDAGOGO (A): ________________________________________________

Cidade: _____de________________de 20___.


Dicas para escrever o Relatório Psicopedagógico

DICAS PARA ESCREVER  RELATÓRIO PSICOPEDAGÓGICO O relatório psicopedagógico é diferente do relatório pedagógico em vários aspetos. O...